Conversely, injection forms, though being painful and needing help of medical personnel for application, help to quickly achieve necessary concentration of preparation in blood doxycycline online Antibiotic is usually chosen in an empiric way (at random). But when choosing one is obligatory guided by definite rules.

Forcom.org.mz

Fórum Nacional de Rádios Comunitárias PROJECTO:
COMUNIDADE MAIS INFORMADA,
COMUNIDADE MAIS EMPODERADA
MAIO DE 2011
Contactos: Naldo Chivite – Oficial de Informação e Comunicação e Luísa Banze – Oficial de
Formação e de produção de Conteúdos

Tel/fax: (21) 41 45 43
Naldo Chivite Cel: 82 45 60 060 ou 822198270
INTRODUÇÃO
O Plano Estratégico do FORCOM defende que “O cidadão informado é um potencial contribuinte para o
desenvolvimento e para a transformação social, política e económica que se pretende rumo a uma
melhor qualidade de vida e bem-estar para todos”. Para esse fim, as rádios comunitárias continuam a,
ser neste país, de tradição oral um indispensável instrumento de informação e comunicação que
dinamiza os processos de aprendizagem no meio rural, de informação e animação comunitária,
promovendo a partilha de conhecimentos, o debate de ideias directa e indirectamente, abrindo espaços
informativos que permitem ao Governo melhor interagir com o cidadão e instigando a comunicação
entre os próprios cidadãos nos seus locais de inserção sócio-económica e política.
De sublinhar que Moçambique conhece presentemente os momentos mais excitantes da sua história. O pluralismo democrático que propiciou a liberdade de expressão e de associação deu génese a vários movimentos, todos eles convergentes num sentido: dar contributo ao grande desafio nacional de combate à pobreza e promoção do desenvolvimento. A promoção do desenvolvimento a partir do Distrito num país como Moçambique com deficientes sistemas de comunicação, com índices ainda elevados de analfabetismo e com um mosaico linguístico e cultural disperso, abre grandes perspectivas para o florescimento do papel desempenhado pela Comunicação e Informação, onde as Rádios Comunitárias têm primazia sem igual. A Constituição da República de Moçambique assume, sem limites, que o acesso à informação é um Direito à Humano inviolável da esfera do indivíduo consagrado através do seu artigo 48. No quadro da classificação direitos humanos em gerações, o direito à informação, consagrado no artigo 19 da Declaração Universal, é qualificado como um direito da primeira geração. O Direito à Informação é característica fundamental dos Direitos Humanos ditos da primeira geração, por isso, impõe ao Estado abster-se da prática de actos ou omissões que impeçam o exercício do direito à informação, quer praticados por indivíduos, quer por instituições do governo ou mesmo de instituições estatais. É notório que, desde a assinatura do Acordo Geral de Paz (AGP) em 1992, seguida das primeiras eleições multipartidárias em 1994, Moçambique registou um enorme avanço na construção e consolidação da democracia multipartidária e nos esforços tendentes ao desenvolvimento em geral. Contudo, a história da democratização multipartidária do país é marcada por algumas zonas de penumbra, relacionadas com questões que têm a ver com a boa-governação e a O livre acesso à informação deve ser de domínio público. Ele gera conhecimento e representa um dos pilares de um Estado democrático. Teoricamente, o direito de acesso à informação é um elemento incontornável para a garantia da transparência dos actos públicos. No entanto, esta lógica do funcionamento da democracia tem-se esbarrado com as necessidades de alguns sectores que controlam e mantêm o poder, através do segredo, uma lógica contrária ao fundamento democrático de partilha de informação (Rodrigues, 2001: 161-162). Os cenários da governação democrática, da transparência e prestação de contas que são apanágio do ambiente político e social actual em Moçambique exigem que o cidadão comum seja alimentado de informações úteis para melhor orientar a sua vida e influenciar os processos de desenvolvimento à sua volta. (Plano Mediante a relevância do direito à informação e os constrangimentos que marcam o seu exercício, sobretudo numa democracia emergente como a nossa, torna-se fundamental analisar até que ponto os diferentes Sectores (Governo, Estado, Sociedade Civil e Sector Privado) tem garantido e respeitado este direito, olhando para instrumentos principais de governação como o acesso e a divulgação dos Planos Económicos e Sociais da província e do Distrito (PESOPs e PESODs), dos Planos Estratégicos da província e dos Distritos, dos Planos Sectporiais (Educação, Saúde e HIV e SIDA, Agricultura e Desenvolvimento Rural, Meio Ambiente, Finanças, Financiamentos locais-7 milhões - e outras áreas com enfoque na governação local). O presente projecto pretende que o dia 03 de Maio, dia de Liberdade de Expressão/Liberdade de Imprensa, não seja assinalado ou comemorado pelas Rádios Comunitárias e respectivas comunidades apenas no dia 03 de Maio, mas sim, todos os dias, através da realizacao de vários programas radiofonicos/debates dando mais voz e trazendo diferentes sensibilidades nas CONTEXTO
O presente projecto insere-se em dois potos principais: • A materialização do Plano Estratégico do FORCOM para os anos 2011 a 2015 e; • A Parceria formada entre o FORCOM e a Íbis no âmbito do programa AGIR na Plano Estretégico do FORCOM – O Plano Estratégico do FORCOM possui oito linhas de
orientação estratégica sendo uma delas a Promoção de Direitos Humanos e Cidadania onde destaca a priorização de discussões e debates radipofónicos de conteúdos que reportem os Direitos Humanos, em particular da mulher e da criança, entre outros direitos de cidadania.
O programa AGIR – Acções para uma Governação Inclusiva e Responsável - é um programa de
apoio à Sociedade Civil Moçambicana com duração de cinco anos (5 anos) 2010 – 2015 financiado pela Agência Sueca para o Desenvolvimento e Cooperação Internacional (ASDI) e está neste momento a ser gerido pelas seguintes organizações intermediárias que lideram os Sub-programa A – Participação, responsabilidade social e legal incluindo Direitos Humanos Sub-programa B – Responsabilização social e gestão dos recursos naturais e direitos Sub-programa C – Transparência, responsabilização financeira e política (gerido pela oxfam Sub-programa D – Acesso à Informação (gerido pela Íbis). É nesta componente onde se inserere a parceria entre o FORCOM e a Íbis. Objectivos do Projecto:
• Proporcionar informação as comunidades locais sobre os direitos que as assistem quanto as diferentes formas de participação da governação local • Proporcionar informação as comunidades locais sobre os instrumentos/planos de governação local nas mais variadas áreas áreas, bem como, fazer o acompanhamento da implementação destes de acordo com o previamente traçado • Trazer a Voz das Comunidades sobre a sua percepção quanto a prestação de serviços públicos nas áreas de acesso a informação, acesso à saúde, à educação, aos recursos locais, bem como aos financiamentos locais. • Influenciar os Governos Locais a prestarem contas as comunidades locais sobre a DURAÇÃO
O projecto terá a duração de três meses (Junho, Julho e Agosto) com a possibilidade de extensão para mais três meses (Setembro, Outubro e Novembro) . Dependendo dos resultados alcançados pelas rádios mediante o acordo assinado com o FORCOM e mediante a continuidade da parceria com a ïbis, o projecto poderá ser extendido por mais um ano. Os programas não devrão ter a duração inferior a 30 minutos. QUANTIDADE DE PROGRAMAS
Cada rádio deverá produzir pelo menos dois (2) programas semanais, sendo um (1) em português e
outro/s nas línguas locais mais faladas
nas comunidades abrangidas. Portanto, no fim de cada mês a
Rádio deverá ter produzido pelo menos oito (8) programas radiofónicos e, no fim dos seis meses, cada
rádio deverá ter produzido 48 programas radiofónicos. Assim, preve-se que do total de 21 rádios
abrangidas serão produzidos 1008 programas radiofónicos (nos mais variadosn formatos) Cada Rádio
deverá enviar de dois em dois meses a Planificação Temática dos programas, bem como, os
intervenientes que neles participarão.
*Todos os programas devem ser ser devidamente gravados e arquivados, sendo que uma das cópias
devem ser enviada ao FORCOM.

QUALIDADE DOS PROGRAMAS
Os programas devem primar por uma qualidade que deverá ser avaliada através dos seguintes critérios: • Com um forte envolvimento da comunidade e das autoridades locais/governo local PRESTAÇÃO DE CONTAS
A prestação de contas (relatório narrativo e Financeiro) deverá ser enviado mensalmente para o FORCOM., Podendo estes, indicar uma rádio por província que terá a responsabilidade de fazer a colecta dos Planos e dos relatórios e enviar ao FORCOM. Este trabalho será coadjuvado e monitorado pelo Coordenador de cada região e pelo Oficial de Informação e de Comunicação do FORCOM. RESULTADOS
No fim dos seis meses, prevê-se os seguintes resultados: • Incrementado o número de programas radiofínicos sobre Direitos Humanos e Acesso à • Melhorada a qualidade de programas sobre Acesso a informação e governação local • Melhorada a participaçao das comunidades nos programas de desenvolvimento e de RÁDIOS ENVOLVIDAS
Numeração
Distrito
Província

Source: http://www.forcom.org.mz/projet_comunidad.pdf

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Monatsschr Kinderheilkd Epilepsie 2001 · 149:1174–1179 © Springer-Verlag 2001 G. Gross-Selbeck · Kinderneurologisches Zentrum Düsseldorf Derzeitige Behandlungs- strategien bei Anfällen und Epilepsien im Kindesalter Zusammenfassung angestellt werden. Die idiopathischen (soscher Möglichkeiten hat andererseits diegenannten „benignen“) fokalen EpilepsienIn den letz

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MMO USE ONLY INSTRUCTIONS: All questions must be answered. Incomplete applications will be returned. Section I: Contract Holder Information Marital Status: ▫ Single ▫ Married ▫ Divorced ▫ Separated ▫ Widowed Marriage Date: / / Reason for Application: ▫ Applying for new coverage ▫ Applying for dependent only coverage ▫ Applying for change to current coverage LIST BELOW

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