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Faculdade Frassinetti do Recife (FAFIRE) ólogo/Aluno do Curso de Especialização em Educação Ambiental RESUMO - O presente artigo trata a questão da valorização e respeito à vida, tendo como base a filosofia dos Direitos dos Animais. Busca esclarecer e orientar as atuais e futuras gerações quanto à responsabilidade social de cada um, pois ao ensinarmos uma pessoa a não maltratar um animal e sim, respeitá-lo, provavelmente ela entenderá que não temos o direito de fazer outros seres vivos, humanos ou não, sofrerem para satisfazer nossos desejos, prazeres, luxo ou conveniência. As diversas formas de cultura e a senciência animal, vêm aproximando ainda mais os animais humanos dos não-humanos. Sendo assim, uma criança que aprende a respeitar e valorizar o bem-estar de um animal, crescerá com menos preconceitos e um maior entendimento sobre o valor da vida, qualquer Palavras chave: Animais. Senciência animal. Bem-estar animal.
ABSTRACT - The present article deals with the appreciation and respect for life, based on the philosophy of Animal rights. Seeks to clarify and guide the current and future generations about the social responsibility of each one, because if one is taught to respect an animal instead of mistreat it, she probably understand that we don’t have the right to make other living beings, human or not, suffer to satisfy our desires, pleasures, luxury or convenience. The various forms of culture and the animal sentience have been approaching even more the human and not-human animals. This way, a child that learns how to respect and valorize the animal welfare will become a less discriminating adult and will have a better understanding of the Keywords: Animals. Animal sentience. Animal welfare. Na visão de Chuahy (2009), muitos filósofos, historiadores e ativistas atribuem às religiões
ocidentais pelo menos parte da tradição de explorar os animais em favor do homem. O judaísmo e o cristianismo, principais religiões do Ocidente, justificam a subjugação dos animais. Segundo a Bíblia, a primeira parte do Gênesis descreve como Deus, depois de criar as outras espécies, fez o homem à sua imagem e semelhança para “dominar os peixes do mar, as aves do céu, os animais domésticos e todo réptil que se arraste sobre a Terra” (GÊNESIS, 1:28). A humanidade vem interpretando essa passagem da Bíblia de forma equivocada, como se Deus permitisse que o homem explorasse o mundo natural de qualquer maneira, passando assim uma imagem de superioridade. É evidente que somos a espécie mais inteligente, consequentemente adiquirimos direitos e deveres, mas isso não nos dá a condição de usarmos outras espécies como se fossem nossas propriedades, fazendo delas o que bem entendermos, encaradas como seres desprovidos de razão, emoção e alma. (BROWNE, 2010) Aristóteles, Santo Agostinho e São Tomás de Aquino acreditavam que os animais não tinham alma e portanto, seria impossível para os humanos cometer qualquer pecado contra eles. Para Aristóteles, os animais desfrutavam da função sensitiva, mas não da racionalidade, sendo inferiores aos humanos na hierarquia natural. O islanismo (a terceira religião baseada na ideia de Abraão) também acredita que o homem é especial e que os animais foram criados para servi-lo; apesar de algumas interpretações do Alcorão afirmarem que os homens não devem maltratar animais e que estes possuem um certo nível de racionalidade. Na Idade Antiga e na Idade das Trevas a Igreja também condenava a dissecação de cadáveres humanos, por isso estudos anatômicos eram feitos em animais. Mais tarde, no século XVIII, iluministas como Descartes concluíram que os animais não tinham consciência e assim eram incapazes de sentir dor ou de pensar, reforçando a idéia cristã de que animais são mental e espiritualmente vazios. Outro filósofo que levava em consideração o bem-estar do animal, Voltaire (1764), ratificou com grande eloqüência à conclusão de Descartes de que os animais eram apenas máquinas. 2. Nascimento do Movimento pelos Direitos dos Animais Segundo Chuahy (2009), o movimento moderno para a defesa dos animais se originou em 1824 com a criação da Society for the Prevention of Cruelty to Animals (Sociedade para Prevenção da Crueldade com Animais), na Inglaterra, mas só começou a ganhar força em 1970 quando um grupo de filósofos da Universidade de Oxford decidiu investigar por que o status moral dos animais não-humanos era necessariamente inferior ao dos seres humanos. Por que é errado matar animais humanos, mas não animais não-humanos? Em 1972, um dos participantes do grupo, Richard D. Ryder, contribui para o livro Animals, Men and Morals: An Inquiry into Maltheatment of Non- humans (Animais, homens e moral: uma investigação sobre o maltrato de não-humanos). Logo depois, em 1975, o filósofo australiano Peter Singer, hoje considerado um dos pais do movimento, publicou o livro Liberação Animal, que teve impacto internacional e inspirou debates e inúmeras Na visão de Maraschim (2009), em relação aos direitos animais, parece ocorrer no Brasil um fenômeno no mínimo curioso: a partir do surgimento de importante aparato legislativo protetivo dos animais, especialmente a partir de 1988, ocorre um processo tardio de conscientização social sobre os direitos dos mesmos. É a típica situação da lei tentando modificar comportamentos 2.1 Animais na indústria do entretenimento De acordo com Chuahy (2009), não há problema em jogar bola no parque com um cachorro, ensiná-lo a fazer truques para ganhar uma comidinha especial ou brincar de puxar uma meia velha com um gatinho. A conexão entre homens e animais é enorme, e eles podem ser companheiros divertidos, desde que a diversão seja para ambos. Animais só devem participar das brincadeiras que possam se divertir. Mas esta regra moral está sendo violentada ao extremo, ora por ignorância do público, que não sabe realmente o que se passa, ora pelo sadismo do homem, que gosta de ver de 2.2 Zoológicos, circos e aquários são prisões para animais Zoológicos, circos e aquários são prisões para animais e, portanto, não deveriam existir. Os animais podem ser observados em seu hábitat de forma controlada e sem interferência humana, conservando-os por meio da criação de reservas e esforços para a proteção ambiental. Só devem ser mantidos em cativeiro quando for para seu próprio bem, e não para o bem-estar e interesse dos homens. Hoje, a existência desses estabelecimentos é justificada para: (1) entretenimento, (2) educação, (3) pesquisa científica e (4) preservação de espécies.
“Muitos zoológicos são vistos como instituições científicas de estudo e preservação. Não se pode negar que grandes conquistas se devem a esforços feitos por essas instituições.” (CHUAHY, Para Chuahy (2009), a idéia do zoológico moderno como modelo para a preservação de espécies e educação não é ruim, mas a maioria das instituições atuais está longe disso. Mas, na realidade, aprende-se muito mais assistindo ao National Geographic e a programas de televisão sobre a vida animal do que indo ao zoológico. Existem várias maneiras de educar, muito mais interessantes e interativas para adultos e crianças do que visitar um macaco entediado sentado numa O circo nasceu em 1770 na Inglaterra, e era especializado em cavalos. Em 1831 introduziram-se animais africanos no Cirque Olimpique de Paris. Mais tarde, o americano Isaac Van Amburgh inventou o estilo do circo moderno, com apresentações como aquela em que o domador coloca a cabeça dentro da boca do leão. O “treinamento” dos animais era simples e pode ser comparado ao tratamento dado aos escravos: espancá-los até que ficassem totalmente submissos diante de um chicote (CHUAHY, 2009, p.77).
A situação dos circos continua muito parecida. Os animais são forçados a andar de bicicleta, atravessar círculos de fogo e ficar de cabeça para baixo durante espetáculos. Para treinar piruetas, eles passam a vida inteira presos em jaulas sujas e apertadas, sendo maltratados. Levam uma vida miserável. São constantemente espancados, chicoteados, eletrocutados, e sofrem também abusos psicológicos. Somente em 1980, organizações de proteção ao animal começaram a documentar os maus-tratos, torturas, fome e negligência no tratamento de animais em circos. No Canadá, em 1982, surgiu o primeiro circo sem eles, o Cirque Du Soleil, famoso no mundo inteiro. No Brasil, nas cidades de Atibaia, Alvaré, Campinas, Cotia, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Leopoldo, Sorocaba e Ubatuba, não se encontram animais em circos. Além do Cirque Du Soleil, há mais circos no mundo que não trabalham mais com animais; no Brasil, o ator Marcos Frota criou o Marcos Frota Circo Show: Grande Circo Popular do Brasil. Em vez de animais, apresenta números com trapézio, evoluções acrobáticas em cordas e tecidos, malabaristas, cama elástica, contorcionismo, rituais de fogo, saltos, cômicos, ilusionismo e outros (CHUAHY, 2009).
Para Chuahy (2009), em teoria, aquários devem funcionar como centros de pesquisa, educação e conservação. Infelizmente, vários são utilizados para fins lucrativos e entretenimento. O transporte desses animais e os métodos usados para capturá-los, muitas vezes lhes causam sofrimento e morte. É cruel e condenável tirar animais de seu hábitat, prendê-los e subjugá-los ao confinamento, desconforto e isolamento para exibi-los em aquários. A intenção é o simples entretenimento do público, não atende a nenhum programa da preservação da espécie.
2.6 O entretenimento por meio de touradas e vaquejada As touradas espanholas, conhecidas no mundo inteiro como um “esporte” que mostra a bravura e coragem do homem, causam a morte de 30 mil touros todos os anos. Na verdade, as touradas não deveriam sequer ser consideradas esporte ou competição. Qualquer esporte pressupõe que seus competidores tenham a chance de ganhar honestamente. Um esporte em que um lado, o touro, sempre perde não pode ser considerado como tal. Touradas são proibidas no Canadá, Estados Unidos e Grã-Bretanha, mas ainda são populares em Portugal, França e parte da América Latina (CHUAHY, 2009).
A vaquejada é um esporte surgido no Brasil que consiste em dois vaqueiros montados em cavalos perseguindo um boi para derrubá-lo. A vitória dos vaqueiros acontece quando o boi está no chão, com as quatro patas para cima, sendo arrastado brutalmente. Durante a “brincadeira”, de extrema crueldade, os bois sofrem luxações e hemorragias internas (CHUAHY, 2009).
Conta nosso conhecimento atual que, em algum momento há cerca de quatro bilhões de anos , certas moléculas adquiriram a capacidade de se multiplicar e, a partir destas moléculas, começou a história da vida no planeta Terra. Também sabemos, a partir de nossa experiência pessoal, que o ser humano tem sentimentos: é capaz de sentir raiva, compaixão, medo e felicidade. Assim, em algum momento na evolução das espécies, surge a capacidade de sentir. Talvez somente os animais de alta complexidade biológica, como ser humano, tenham adquirido esta capacidade; entretanto, a senciência pode ter evoluído há muito tempo e estar distribuída de maneira mais ampla através das Na opinião de Bekoff (2010), muitos animais demonstram os seus sentimentos abertamente, em público, para quem quiser ver. E, quando prestamos atenção, o que vemos externamente revela muito a respeito do que acontece dentro da cabeça e do coração de um indivíduo. Pesquisas científicas meticulosas estão confirmando o que já sabemos intuitivamente: os animais sentem, e as emoções são tão importantes para eles quanto as nossas o são para nós.
Os animais podem ser sensíveis e afinados conosco, e como essa sensibilidade incita gestos cujo propósito é nos confortar. A questão é: “O que faz com que os animais sejam tão perceptivos a respeito da nossa situação e das nossas necessidades?” Na opinião de Kreisler (2005), em primeiro lugar, os animais têm emoções – profundas e intensas emoções que são grandes aglomerados de sentimentos. Os animais não sentem as coisas apenas ocasionalmente; a maior parte do tempo, eles se comportam num forte nível emocional. Durante um lapso de tempo de apenas dez minutos, um cão pode ir de uma alegria extrema – você está em casa! – para uma tristeza extrema – hoje não tem passeio? – e daí para uma nova alegria extrema – comida! Os sentimentos dos animais regem as suas vidas – e têm tudo a ver com a Por que estudar a senciência animal? Porque sem uma convicção da senciência, não podemos estudar bem-estar animal. Sendo um estado mental, bem-estar somente pode existir em seres sencientes. Então, por que não deixamos todas essas difíceis questões de lado? Porque as respostas são importantes se quisermos evoluir na forma como tratamos os animais, de modo a causar menos sofrimento. Qual a importância de não causar o sofrimento alheio? Qual a importância, para qualquer indivíduo, de não sofrer? Para Bekoff (2010), às vezes é mais fácil ver e entender emoções em animais do que em seres humanos porque não filtram as suas emoções. O que eles sentem fica estampado na cara deles, torna-se público por meio do rabo, das orelhas e dos odores, e é demonstrado pelas suas ações. As emoções dos animais são cruas e exibidas para quem quiser ver, ouvir, cheirar e sentir. Qualquer um pode percebê-las. Para alguns, como o carteiro, isso é uma necessidade profissional.
Molento (2009), alega que em face da recente reorganização da classificação do reino animal, torna-se relevante refletir em primeiro lugar sobre o que é um animal. Existe evidência que a vida na Terra já existia 3,5 bilhões de anos atrás. Nossos ancestrais tornaram-se pluricelulares há cerca de 900 milhões de anos. Nós humanos temos uma multidão de parentes mais distantes fora do reino animal, os quais são similares aos animais em alguns aspectos, tais como a capacidade de se mover no meio ambiente e o fato de se alimentarem de outros organismos. Estes parentes distantes eram classificados como animais até muito recentemente. Entretanto, as novas evidências genéticas sugerem uma nova taxonomia. Organismos unicelulares tais como amebas, flagelados e ciliares Na opinião de Molento (2006), algumas vezes, ao falar sobre bem-estar animal, vem à tona a pergunta: e o bem-estar dos pernilongos e das baratas? Deixada de lado a pitada de provocação intencional, ao buscar respostas para a dúvida legítima que temos sobre quais animais devem receber proteção de sofrimento, a distribuição da senciência no reino animal torna-se assunto importante. Será que estamos certos ao matar as pulgas do nosso cachorro? Será que estamos certos ao matar ratos sistematicamente? Será que a forma como matamos esses animais importa? Existe um consenso na literatura científica de que há três esferas que compõem o bem-estar animal: bem-estar físico, bem-estar comportamental e bem-estar psicológico. “O bem-estar físico está baseado na saúde física e na boa alimentação. O bem-estar comportamental refere-se à possibilidade de um animal exercer os comportamentos naturais de sua espécie: um pássaro ter motivação para voar, um porco para fuçar e assim por diante. O bem-estar psicológico relaciona-se com as situações de predominância de sentimentos positivos. Estas três esferas do bem-estar estão intimamente relacionadas. Para diagnosticar bem-estar animal, existem diferentes possibilidades, todas baseadas em parâmetros fisiológicos e indicadores comportamentais.” (MOLENTO, 2011).
De acordo com Bekoff (2010), grande parte das pesquisas sobre animais é conduzida em cativeiro, onde os animais muitas vezes vivem estressados. Os animais estressados não se comportam como indivíduos não estressados e, principalmente, quando se trata de emoções e comportamento animal, as informações coletadas a partir de animais ansiosos ou entediados não têm muito a dizer sobre o comportamento normal de indivíduos da mesma espécie. A cientista Françoise Welmelsfelder observou que o termo “tédio” é muitas vezes usado para interpretar o comportamento anormal de animais que vivem permanentemente em pequenas gaiolas enfadonhas.
A palavra estresse deve ser utilizada para descrever aquela porção do bem-estar pobre que se refere à falência nas tentativas de enfrentar as dificuldades. Se os sistemas de controle que regulam a homeostasia corporal e as respostas aos perigos não conseguem prevenir uma alteração de estado, além dos níveis toleráveis, atingi-se uma situação de importância biológica diferente.
As pesquisas que estressam e machucam os animais muitas vezes produzem dados incorretos, que dificultam a descoberta de respostas para muitas questões nas quais estamos interessados. Mas podemos aprender muito examinando os cérebros em funcionamento por meio de métodos que minimizam o stress nos animais ou seres humanos estudados (BEKOFF, 2010, p.161).
De acordo com Kreisler (2005), também é lógico concluir que os animais têm sentimentos parecidos com os nossos, porque eles respondem de modo muito semelhante ao nosso às drogas que ingerimos para lidar com problemas emocionais. Cães estressados deixam se sentir palpitações, de ganir e de caminhar compassadamente quando tomam a droga BuSpar, que combate a ansiedade nos seres humanos. Cavalos nervosos confinados em estrebarias param de se morder quando tomam Naltrexone, uma droga receitada para fazer as crianças pararem de machucar a si mesmas. Pássaros que ficam tão agitados que arrancam as próprias penas – do mesmo modo que certas pessoas arrancam seus cabelos devido a uma enfermidade chamada tricotilomania – deixam de ter esse comportamento obssessivo-compulsivo quando tomam Prozac; aumentando o nível de serotonina no cérebro, traz calma e sensação de bem-estar nos seres humanos.
Para o senso comum, cultura possui um sentido de erudição, uma instrução vasta e variada adquirida por meio de diversos mecanismos, principalmente o Não podemos dizer que um índio que não temcom livros, nem com música clássica, por exemplo, não possui cultura. Onde ficam seus costumes, tradições, sua língua? Há quase 50 anos, na pequena ilha de Koshima, no Japão, Imo, um jovem macaco que gostava de batata- doce, teve um insight que mudaria para sempre o hábito alimentar da sua espécie. Num dia de setembro de 1953, ele não levou a batata diretamente à boca, como faziam todos os outros animais. Ninguém sabe ao certo se ele percebeu que a terra suja desgastava seus dentes. Ou se ele achou mais saboroso comer ela limpa. O fato é que Imo começou a lavar a batata antes de comer, como faria qualquer dona-de-casa. No começo, ele apenas mergulhou a batata num pequeno braço d’água que corria em direção ao mar. Depois, aperfeiçoou a técnica: enquanto afundava a batata na água com uma das mãos, aproveitava a outra para retirar a lama mais aderente. Três meses depois, dois amigos dele começaram a fazer o mesmo e o hábito se espalhou pelos irmãos mais velhos, foi repetido pelas mães, numa espécie de reação em cadeia. Em anos, mais de três quartos dos jovens da espécie lavavam as batatas exatamente como Imo (CAVALCANTE; MAROJA, Para Cavalcante e Maroja (2002), a descoberta de Imo pode parecer banal, mas obrigou os cientistas a reverem para sempre a forma como viam os animais e a espécie humana. Para os pesquisadores, a capacidade de Imo transmitir uma nova técnica para outras gerações é uma das provas de que alguns animais também têm um dom que era considerado exclusivo do homem: a cultura. Nesse caso, cultura não significa a capacidade para escrever obras literárias ou pinturas cubistas. Cultura é um comportamento transmitido socialmente, que não é adquirido individualmente nem geneticamente, é algo que se aprende com os outros, como a técnica de lavar A ética do respeito pela vida reconhece que, atualmente, o ser humano se encontra na impossibilidade de evitar o sacrifício de outras vidas para sua própria sobrevivência. Sendo a vida moderna e a pós-moderna o que são, estamos todos, até mesmo os mais inocentes dentre nós, implicados, direta ou indiretamente, pelos produtos que compramos, pela alimentação, pelos impostos e taxas que pagamos, pelos políticos - homens e mulheres - em que votamos e aos quais damos o poder de agir e de decidir em nosso nome. Certamente, compramos tais produtos inocentemente. Mas mesmo se fazemos tudo isso, colaboramos forçosamente com o sistema, cujos meios de acesso que conduzem à exploração intensiva dos animais, ou que vêm desta última, são ALCOCK, John. Comportamento animal: uma abordagem evolutiva. Coordenação da tradução: Eduardo Bessa Pereira da Silva; revisão técnica: Regina Helena Ferraz Macedo. 9. Ed. – Porto Alegre: Artmed, 2011.
BEKOFF, Marc. A vida emocional dos animais: alegria, tristeza e empatia nos animais: um estudo científico capaz de transformar a maneira como os vemos e os transformamos. Tradução Denise de C. R. Delela. – São Paulo: Cultrix, 2010.
BROWNE, Sylvia. O céu dos bichos: a vida espiritual dos animais que amamos / Sylvia Browne; (tradução Daniela P. B. Dias). São Paulo:Ideia e Ação, 2010.
CAVALCANTE, Rodrigo e MAROJA, Rodrigo. Animais, eles também têm cultura. Revista Super Interessante. São Paulo, nº 179, 2002.
CHUAHY, Rafaella. Manifestos pelos direitos dos animais. Rio de Janeiro: Record, 2009.
DARWIN, Charles. A Origem das Espécies. Tradução John Green. São Paulo: Martin Claret, 1ª Reimpressão 2009.
GIRARDI, Giovana. Inteligência Animal. Revista Super Interessante. São Paulo, nº 209, 2005.
KREISLER, Kristin Von. A bondade nos animais: histórias verdadeiras de animais que preferem fazer o bem. Tradução Newton Roberval Eichemberg. São Paulo: Cultrix, 2005.
MARASCHIM, Cláudio. O Direito dos Animais e o Judiciário. Disponível em: Acesso em: 30 outubro 2010.
MARQUEZI, Dagomir. Instinto Animal. Revista Super Interessante. São Paulo, nº 180a, set. 2002.
MOLENTO, Carla Forte Maiolino. Animais, Doutrina e Espirtualidade. Revista Espiritismo & Ciência. São Paulo, nº 01, 2011.

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